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× 29.11.02 "close your eyes × quem, quando ugo pozo, 07:58 eu tentei de novo. outro castelo de cartas. dessa vez eu já estava meio cansado de tentar, então admito que fui um pouco displicente quanto à maneira de colocar as cartas. mas o castelo estava indo, e a janela fechada. eis que chega outra pessoa e derruba o castelo, de propósito. quer saber? dessa eu estou fora. vou é arranjar outra diversão. quem sabe jogar xadrez comigo mesmo. × quem, quando ugo pozo, 07:48 tá... a consciência começa a pesar aqui... e eu tive que pôr outro post pra tirar essa música horrível da entrada do blog. piada interna, vá lá, mas deixar gabriel o pensador como o primeiro post desse blog aí já é espantar os leitores. mal aí, gente! × quem, quando ugo pozo, 05:15 porque esse blog também tem direito a piadas internas! +1 dose mais uma dose aí! garçom! traz aqui pra mim mais uma dose quando eu tô triste eu bebo pra esquecer mais uma dose ai... que ressaca! minha cabeça tá doendo paca × quem, quando ugo pozo, 04:18 × 28.11.02 é divertido brincar de construir castelos de cartas. a parte chata é que eu dificilmente consigo passar do primeiro andar. só o fato de colocar duas cartas juntas já é difícil pra mim. outro dia eu quase consegui chegar no terceiro andar. só que eu tinha esquecido a janela aberta. aí bateu um vento e vuuu, derrubou tudo. que pena. será que eu tento de novo? × quem, quando ugo pozo, 04:37 × 27.11.02 ahh... agora sim. layout novo. layout decente. e, deus, que olhos! bem vindos, poucos e fiéis leitores, à nova versão do in limbo, eyes version. com a participação especial da minha querida amiga natália, que foi gentil ao ponto de ceder seus belos 'olhos de ressaca', para que fizessem uma participação especial no layout. valeu, nat! fora isso, de volta o preto representando o nada. chega de licença poética, não? aliás, por falar nisso, convenhamos, os dois últimos layouts foram vergonhosos para a história desse blog. espero que esse aqui consiga recuperar o que aqueles dois perderam. e as seções que todos vocês já conhecem *caham* agora estão ali, meio escondidinhas, dentro da janela do 'me'. cliquem na aba que o menu aparece. não, não é popup, fiquem tranqüilos; popup, agora, só os comments mesmo. quanto à página de entrada (ou falta dela), eu cheguei à conclusão que quem chegava pelo google não era captado (alguém chega pelo google aqui?) pelo contador, e decidi tirar pra ver se aumento um pouquinho meu número de visitas. todos os links e cliques que estavam na página de entrada agora estão dentro de me/who (cliquem no 'me' que vocês vão entender). é isso, esse é o post de apresentação do lovo layout. espero que vocês gostem! × quem, quando ugo pozo, 00:22 × 26.11.02 quantas vezes? quantas vezes mais? ah, desculpem-me, senhoras e senhores, mas já estou farto. não do lirismo comedido, rá, quem eu sou para estar farto disso, quando estou farto mesmo é do lirismo exacerbado. estou farto da minha intrínseca incapacidade de ser eu mesmo. farto da minha crônica inabilidade em escolher entre o certo e o errado. farto. estou cheio. estou puto. às vezes eu me perguntei se não estava atrás de um dominó para envolver e encobrir o nada transbordante que se apossara de mim. mas o engraçado é que eu nunca me respondi. preferi esperar para ter certeza do que especular a respeito do que poderia ser feito. é, esse sou eu, tipicamente eu: prefiro a segurança do abismo à incerteza da beirada. pulei, caí, caí, caí, caí e pronto, cá estou eu ao fundo. de novo. não se enganem achando que isso é de agora; eu não vou me enganar. sei que não é. há anos que eu sou isto, uma sucessão de máscaras sendo retiradas pouco a pouco. só que agora acabaram-se as máscaras; o que há por baixo de mim? olho no espelho e não vejo nada. não vejo luz nem criaturas bestiais. vejo a parede atrás de mim. não, espere, minto; vejo criaturas sim, mas nenhuma que tenha algo a ver comigo. ouso dizer, talvez, que elas estejam ali em busca de mim. a procurar por algo, um fio de esperança de que haja alguém ali escondido, invisível, intangível, inaudível, mas ali, como que esperando o momento certo de aparecer e fazer a anunciação: cá estou, existo. rá, pobre dessas criaturas. não querem ver que toda anunciação é vã. se recusam a enxergar que não há o que ser enxergado. agora, descoberta a existência de erros que levaram à minha própria inexistência, hesito sobre por onde seguir. mas é apenas uma questão de tempo até que eu escolha o pior caminho possível novamente. ou que, por mais que eu escolha o caminho certo, ele se torne errado e o outro torne-se certo. que faço eu? busco culpados, caço responsáveis, despejo a ira de minha vingança sobre uns que nada tiveram com isso, ou tento construir algo a partir do nada, multiplicando zero por um milhão? na dúvida, simples: faço nada. fico assim, só eu e eu mesmo, contemplando o vácuo de minha miséria. mas, se for para caçar responsáveis, já achei o primeiro deles: eu mesmo. e sei muito bem qual foi meu pecado. apostar na alegria. × quem, quando ugo pozo, 01:40 × 24.11.02 é isso aí pessoal. não comprem o novo cd do paralamas. baixem da internet. anticópia não! é hora de essas gravadoras abusadas sentirem no bolso o peso do desrespeito ao consumidor. ah sim, tem também uma matéria interessante sobre isso no jornal do commercio. × quem, quando ugo pozo, 08:01
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